21/11/2008






Por mais uma densa manhã acordo resando teu nome,
procuro-te no norte e no sul das entranhas de mim por ti revisitadas.
Neste segundo estou em Londres, em Portugual,
nos confins em que agora pisas.
Você não sabe mas sou esse mar calmante emergido em teus pés,
em tua juventude, em tua infancia.
Se hoje acordei assim tão inspirado,
tens uma parcela de "culpa".
Vos digo que depois que te conheci...
difícil explicar,
mas vos falo que me deixaste enebriado
sob uma neblina que exála teu gosto e teu cheiro.


EDU PLANCHÊZ apaixonado

Um comentário:

Glauce disse...

Plachez! Que delícia! Apaixonado!! aaahhh
lindo poema.
bjs!